NASA revela as novas imagens do Hubble

NGC 6302. Nebulosa de Carina. Ômega Centauri.
Quinteto de Stephan. Restos da Supernova LMC N132D. Fluxo da Galáxia Markarian 817.
Impressões do Universo distante usando a luz do Quasar PKS 0405-123. Lentes gravitacionais no cluster Abell 370. Assinatura da nuvem de gás liberada pela estrela condenada Eta Carinae.
Galáxia espiral barrada NGC 6217.

Perdemos o Chandrayaan-1

Infelizmente todo o contato com o orbitador Lunar indiano Chandrayaan-1 foi súbitamente perdido durante uma sessão de comunicação com a Terra. O diretor do projeto, M. Annadurai, disse ao The Times of India: “A missão está definitivamente encerrada. Nós perdemos contato com a sonda. Ela fez seu trabalho, tecnicamente 100%. Cientificamente também, ela fez quase 90-95% do seu trabalho.
IBNLive relata que S. Satish, diretor de relações públicas da ISRO (Organização de Pesquisas Espaciais Indiana) disse à eles que “os cientistas não foram capazes de determinar o que está acontecendo com a sonda por causa da falha. Ele diz que o ISRO não conseguiu manter comunicação com o Chandrayaan-1. ‘Nós não fomos capazes de estabelecer comunicação com a sonda–isso é perda de conexão de rádio. É um problema muito sério. Esta anomalia está sendo analisada com os últimos dados recebidos.’”
A sonda Chandrayaan-1 foi lançada no dia 22 de Outubro de 2008, e estava marcada para conduzir uma missão primária de dois anos. Durante 312 dias na Lua, ela orbitou mais de 3.400 vezes e retornou mais de 70.000 imagens, além de outros dados. Mais da metade de seus instrumentos foram fornecidos pela (ou em cooperação com) a ESA e a NASA; várias foram cópias dos instrumentos na sonda SMART-1 da ESA, e uma foi uma réplica do instrumento Mini-SAR, agora em órbita no Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA. O ISRO colocou algumas imagens e dados da missão aqui.
Referências: The Times of India.

Fonte: Engenharia & Astronomia

A Lua é feita de madeira!

Certo, bem… quanto a isso eu não sei, mas sei de uma coisa: de acordo com o Museu Nacional Holandês, a rocha lunar que eles receberam da NASA durante o tour mundial após o pouso da Apollo 11 nada mais é que madeira petrificada!
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Nessa altura nossos conspiracistas de plantão devem estar pulando de alegria, mas detesto ser o portador de más notícias (mentira, é o trabalho perfeito, contra conspiracistas, isto é.), mas devem levar em consideração este fato:
A NASA já enviou amostras lunares para dezenas de milhares de laboratórios e universidades ao longo de 40 anos, se fossem falsas, teriam sido detectadas como esta foi.
São as nossas boas amigas, senhora Generalização Apressada e senhorita Falácia de Composição. As duas são irmãs gêmeas, na verdade.
Bem, e o que isso prova? Que as missões Apollo foram falsas? Improvável, mas eu mantenho minha teoria que a Lua é feita de madeira!

Fonte: Engenharia & Astronomia

LRO fotografa Apollo 14

Estão vindo!
O LRO ainda não chegou na sua órbita de mapeamento, mas com o Sol bem mais alto no horizonte, é possível ver mais detalhes da Apollo 14 em Fra Mauro:

apollo14
Clique para ver a imagem completa (é grande)

Aproveitando também e colocando uma imagem com as legendas de várias estruturas no local de pouso da Apollo 14. As setas pequenas mostram os rastros feitos pelos astronautas:

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Um dos pontos marcados é a Rocha de Saddle, um grande rochedo visitado pelos astronautas:

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Fiquem ligados para mais fotos dos locais de pouso das Apollo tiradas pelo LRO!

NASA recebe prêmio Emmy pela transmissão da Apollo 11

A NASA Television recebeu um prêmio Emmy por excelência em engenharia em comemoração do 40º aniversário das inovações tecnológicas que levaram à primeira transmissão da superfície da Lua pelos astronautas da Apollo 11 no dia 20 de Junho de 1969

“Eu dou parabéns aos vários funcionários da NASA que estão sendo reconhecidos pela academia com este prêmio pelas contribuições para a excelência em engenharia de televisão,” diz o chefe da NASA Charles Bolden. “Do primeiro pouso do homem na Lua em 1969 até as transmissões em alta definição das iniciativas Americanas de exploração espacial, a televisão tem sido uma poderosa ferramenta de comunicação que permite a agência a compartilhar suas conquistas em explorações e descobertas com o mundo.”

O Prêmio Philo T. Farnsworth de 2009, nomeado em homenagem ao homem que projetou e construiu o primeiro sistema funcional de televisão, honra uma agência, companhia ou instituição por contribuições por um longo período de tempo que significativamente afetaram o estado de tecnologia e engenharia da televisão.

“Nós estavamos assistindo, e quando Neil Armstrong pousou na Lua, Phil virou para mim e disse, ‘Pem, isso fez tudo valer a pena,’” disse Elma Farnsworth em uma entrevista de 1996. “Antes disso, ele não tinha tanta certeza.”

O Emmy será apresentado à NASA durante uma cerimônia no Sábado, no Hotel Renaissance em Los Angeles.

Menino de 6 anos encontra meteorito

Imagine seu filho chegar em casa com um meteorito na mão. Foi o que aconteceu com o britânico Josh Chapple, de 6 anos.

Ao buscar ovos no galinheiro, ele trouxe para os pais um raro meteorito de 6×4 cm que encontrou no jardim.

Em entrevista ao jornal Daily Mail, o pequeno, que estava radiante com a descoberta, diz ter pensando na hora que aquela rocha escura e brilhante era um pedaço de carvão.

A mãe do garoto, que tentou na semana passada ver a chuva anual de meteoros, mas não conseguiu por conta do tempo nublado, pesquisou sobre a peça e viu que era mesma parecida com outras encontradas em diversas partes do mundo.

A ideia dos outros irmãos de Josh era que o pai vendesse o meteorito para comprar um carro de corrida… Mas o preço baixo que ele viu na internet o fez ficar com a rocha por um tempo mais.


Fonte

Bloco construtor de Vida é encontrado em Cometa

Um ingrediente fundamental para a vida foi descoberto em um exemplo de um cometa, apoiando a teoria que cometas podem ter semeado a vida na Terra.

Cometa Wolf 2

Uma nova pesquisa firma sugestões antigas de Glicina, o mais simples aminoácido usado para fazer proteínas, dentro de exemplos do cometa Wild 2 (pronunciado “Vilt 2″).

“Essa é a primeira vez que um aminoácido foi encontrado em um cometa,” disse o pesquisador Jamie Elsila. “Nossa descoberta apoia a teoria que alguns dos ingredientes da vida se formaram no espaço e foram entregues à Terra por impactos de meteoritos e cometas.”

A nova descoberta, que foi aceita na publicação do jornal “Ciências Meteoríticas e Planetárias”, também tem implicações para vida extraterrestre.

Mas a Glicina não poderia ter aparecido por contaminações durante a fabricação ou manuseamento da sonda Stardust que coletou os exemplos em 2006? Bem, Glicina poderia ter aparecido desta forma, mas não seria igual a encontrada no cometa.
Moléculas de Glicina do espaço tendem a ter átomos de Carbono 13 mais pesados que os da Terra, e foram essas moléculas que os cientistas encontraram.

Planck começa a coletar luz restante do Big Bang

A sonda Planck está agora coletando luz de bilhões de anos atrás, deixada pelo Big Bang. De sua localização no ponto L2, a sonda começou a coletar dados científicos como parte da “Pesquisa da Primeira Luz”, que serve para verificar todos os sistemas. Se tudo for como planejado, essas observações serão as primeiras de 15 ou mais meses de coleta de dados de duas análises de todo o céu.

O pesquisador Chris North escreveu no website do Planck que “os maiores resultados científicos irão demorar para aparecer devido à imensa quantidade de computação necessária para analisá-los, e esperamos conseguí-los em cerca de 3 anos. Esses resultados serão um mapa completo do céu da Radiação Cósmica de Funda, e medidas mais precisas dos parâmetros que governam a forma com que nosso Universo evoluiu.

A missão, liderada pela Agência Espacial Européia com participação importante da NASA, irá ajudar a responder as perguntas mais fundamentais: Como que o espaço em si surgiu e expandiu para virar o Universo onde vivemos hoje? A resposta está escondida em luz antiga, chamada de Radiação Cósmica de Fundo, que viajou por mais de 13 bilhões de anos para chegar até nós. O Planck irá medir minúsculas variações nessa luz com a melhor precisão até hoje.

Está vivo!

Ele é grande, ele é poderoso, e sua montagem foi finalmente concluída. Dêem as boas vindas ao Ares I-X:

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Com a altura de 94 metros, o Ares I-X é o foguete inaugural da primeira nova linha de foguetes para transporte humano em 25 anos!
O grandão está marcado para um lançamento de demonstração no dia 31 de Outubro, ele será lançado da base de lançamentos 39B, uma base para lançamentos do Ônibus Espacial modificada, com um modelo em tamanho e peso real da nave Orion

Além dos testes com os modelos, o Ares I-X também levará vários sensores para detectar qualquer problema que possa comprometer o foguete e sua tripulação.
Até antes do lançamento, o Ares I-X passará por uma série de testes para termos certeza que eles está pronto para voar.

Esse é mais um pequeno passo em direção ao objetivo da NASA de retornar à Lua e enviar missões tripuladas à Marte e além!

A Verdadeira Viagem à Lua (De acordo com os Conspiracistas)

Nesse post iremos analisar como seria a ida à Lua se ela tivesse sido feita de acordo com os padrões dos conspiracistas.

Vamos começar pulando a parte mais difícil da viagem, ou seja, sair da Terra, já que nenhum conspiracista parece ter encontrado um problema com a parte mais fadada à falhas em qualquer missão e ir direto à parte mais fácil da missão, ou seja, a parte mais difícil no dicionário do conspiracista: chegar e pousar na Lua.

Uma cratera imensa é feita pelo poderoso propulsor de um Módulo Lunar com 5 metros de blindagem, suíte master e jacuzzi. Na superfície, a Via Láctea cruza o céu enquanto inúmeras estrelas brilham ao fundo. Os astronautas dão pulos de 3 metros enquanto suas sombras ficam perfeitamente alinhadas, não importa o ângulo de visão ou o relevo. É claro que os astronautas ficam meio estranhos, porque qualquer ponto na roupa deles onde luz não chegasse seria completamente escuro, e também não seria muito divertido, pois as pegada que os astronautas fazem simplesmente colapsam.

E chega a hora de ir para casa, após 5 minutos de delay (já que a tecnologia da época era tão ruim que as ondas de rádio nem conseguiam viajar à velocidade da luz), os astronautas iniciam o processo de lançamento, eles tiram no palitinho para ver quem é o coitado que vai ficar para controlar a câmera e filmar o Módulo Lunar subindo, mas não tem problema, daqui a alguns meses a próxima missão leva esse astronauta de volta à Terra e deixa outro no lugar.

5… 4… 3… 2… 1… Lançar! O foguete do Módulo Lunar é ligado, atirando poderosas chamas para o solo, dobrando o tamanho da cratera e jogando toneladas de poeira para cima, até mesmo poeira que estava a vários metros dos gases do propulsor. O Módulo Lunar começa sua lenta subida, gradativamente ganhando velocidade enquanto o pobre astronauta filma a subida, saudando o feito de sua nação com uma lágrima de orgulho escorrendo.

Dois meses depois, um novo Módulo Lunar pousa na Lua e busca o astronauta que ficou para filmar, e o processo se repete.
É claro, depois de tantos pousos, a NASA descobriu uma forma de ganhar dinheiro ilimitado do governo, e sem falta, a cada dois meses, uma nova sonda pousa na Lua, recolhe o astronauta da missão anterior, repete a mesma coisa que foi feita centenas de vezes e volta para a Terra.
E isso foi em 1969 povo!
Agora desculpem mas tenho que ir, comprei um apartamento em Mare Tranquilitatis e meu foguete sai em meia hora!
Até mais!

Agora, se a viagem tivesse sido feita assim, nossos amigos conspiracistas iriam olhar com admiração para o grande feito da humanidade. Mas um novo problema iria surgir:
Se as viagens realmente tivessem sido assim, as teorias de fraude não iriam vir de meia dúzia de leigos na Internet, mas sim da comunidade científica mundial, incluindo a União Soviética, apontando todas as falhas em uma viagem que seria, pelos olhos dos conspiracistas, a coisa mais real do mundo, afinal, não foi sempre assim em filmes?

Percebam também que aqui o cenário todo se inverte:
Com os pousos na Lua da forma como foram realmente feitos, esses leigos na Internet rolam em teorias conspiratórias, apontando detalhes que, curiosamente, todo cientista acha perfeitamente normais.
Agora, se as viagens fossem feitas da forma como os conspiracistas querem para acreditar que ela teria realmente acontecido, cientistas do mundo inteiro iriam rolar em teorias conspiratórias, apontando detalhes que, (nada) curiosamente, esses leigos acham perfeitamente normais.

Puts, esqueci o meu voo! Tenho que ir, até a próxima!