Especial Nebulosas: de 31/07 a 29/08

Elas são regiões de grande admiração, de lindas paisagens e de vastas áreas repletas de gás e poeira onde muitos outros sistemas solares podem estar nascendo a todo momento.
Algumas chamam a atenção por serem facilmente vistas, outras porque encantam o imaginário dos amantes da astronomia, em geral. 
Espetaculares fotografias nos revelam os detalhes das colunas de gás e poeira que permeiam o espaço inter-estelar.

São de tais coisas fascinantes que trataremos neste especial. O que são as nebulosas, quais são seus tipos, onde e como observá-las...
Todos esses artigos serão postados aos poucos. Mas para já que você possa "entrar no clima", deixo a cargo de dois excelentes artigos, que serão fundamentais para o acompanhamento dos próximos materiais postados:
Fique atento! As novidades chegarão a todos os instantes.

Especiais

É com muito orgulho que o Astrofísica Brasil apresenta a seção Especiais. Trabalhos dos mais variados tipos, desde artigos até grandes imagens, serão postados semanalmente com grande frequência durante certos períodos. Por enquanto todos os especiais previstos ocorrerão até dia 31/10. Confira a lista:
  • Nebulosas - 31/07 a 29/08
  • Evolução Estelar - 30/08 a 10/09
  • Sistema Solar - 11/09 a 1/10
  • Lua - 2/10 a 31/10
* Sujeito a alteração, conforme o administrador desejar.

Nós também realizaremos trabalhos de divulgação de materiais, então se você deseja contribuir com nosso acervo, agradeceremos o material enviado.

Confira também a lista de Especiais "permanentes":


Obrigado pela atenção.

Ciência e Astronomia: Confira o blog!

O objetivo do blog compreende-se na divulgação da ciência e da astronomia. Artigos sobre o universo, espaço e ciências correlatas a astronomia serão abordadas nesse site, tanto assuntos sobre Ciência como temas atuais.

Seu autor é Cristian Reis Westphal, apaixonado por astronomia e ciências afins, como assim se define. Ele tem grande determinação e por isso mantém seu blog sempre atualizado. Confira, você irá se surpreender.

http://cienciaeastronomia.blogspot.com/

Galerias de imagens

Como motivo de divulgação dos trabalhados de grandes telescópios, entretenimento e até conhecimento, decidi criar este especial. Ele se trata de um grande acervo de imagens de grandes projetos científicos.

Quando primeiro idealizei esta seção, imaginei criar uma seção a parte do blog para que então pudesse colocar todas as imagens. Mas isso provavelmente exigiria muito trabalho e tempo, que no momento não possuo. Por isso, por enquanto, eu apenas divulgarei os magníficos trabalhos de grandes telescópios espaciais.

Se você é um astrofotógrafo e deseja expor suas imagens aqui, contate-me e você terá seu trabalho divulgado.


 

Imagens do Telescópio Espacial Hubble:

Imagens do Telescópio Espacial Chandra:

Imagens de destaque da NASA (Arquivo de "Imagens do Dia"):


Imagens do APOD (Arquivo):



Em breve, esta seção será ajustada. Aguarde.


Créditos imagem: NASA, ESA, C.R. O'Dell (Vanderbilt University), M. Meixner e P. McCullough (STScI).

Astrofísica Brasil volta à ativa em 2011

Primeiro, gostaria de pedir desculpas pelo tempo que o blog ficou desatualizado e pela falha tentativa de volta que tive em dezembro do ano passado. 

Mas durante este ano, o meu compromisso é fiel e as novidades chegarão aos poucos.

Dentre tais novidades, eis algumas:

  • Notícias diariamente (não sendo necessário que tais sejam de fonte interna do blog);
  • Especiais: períodos que terão temas específicos, onde artigos à respeito serão publicados. Terão duração de duas semanas a 1 mês. Em breve a lista será publicada.
  • Recursos do blog. Em breve, postagens úteis para àqueles que queiram ter uma boa observação astronômica, com efemérides e vídeos. Além disso, os recursos antigos serão refeitos.

Por enquanto, são essas as mudanças. Quaisquer novidades, fiquem atentos no blog.

Att.
Astrofísica Brasil.

MARS 500: Rumo a marte!

Olá! Este pequeno artigo, que tem o objetivo de divulgação astronômica, foi escrito por Paulo Fontanezi (com a revisão de Walisson H. C.) e fala sobre o projeto Mars 500. Aprecie!

Mars 500 é o nome do projeto lançado pela agência espacial russa que tem como objetivo levar o homem a Marte.

O projeto tem como principal objetivo estudar os efeitos físicos e psicológicos de um isolamento tão prolongado nos tripulantes (já que serão 520 dias "fechados", sendo 250 dias de ida ao planeta vermelho, 30 dias de exploração em solo marciano e mais 240 dias para voltar).

A tripulação é constituída por seis tripulantes: 3 da Rússia (Alexey Sitev de 38 anos e comandante da missão, Sukhrob Kamolov de 32 anos, Alexandr Smoleevskiy de 33 anos), o Francês Romain Charles de 31 anos, o Chinês Wang Yue de 26 anos, e o Italiano-Colombiano Diego Urbina de 27 anos.

E há ainda um voluntário de reserva: o Russo Mikhail Sinelnikov.

A nave que simulará a ida ao planeta vermelho é constituída de um módulo habitável, uma cápsula de aço do tamanho de um container com seis quartos parcialmente mobiliados. Noutra cápsula, que ficará ligada ao módulo habitável, há um ginásio, uma estufa artificial e um armazém de alimentos e água (dos quais a tripulação terá que conservar e racionalizar durante o tempo de duração da experiência). Uma terceira cápsula será o departamento médico e ainda há uma cápsula só para simular o ambiente hostil encontrado em marte.




As atividades dentro da cápsula serão quase as mesmas que as dos astronautas da estação internacional espacial (ISS), só que voltados para os tipos de situações que serão provavelmente encontradas durante a viagem a Marte, inclusive as situações de emergência.


Outros fatos e Curiosidades
  • Uma simulação parecida com a do projeto aconteceu em 2009, mas com a duração de apenas 105 dias.
  • A comunicação entre a base e os tripulantes será obviamente feita só por rádio e a duração de tempo entre um radio na terra e outro na nave será de 20 minutos para simular a realidade. 
  • Qualquer um dos participantes na experiência pode desistir a meio da viagem, sendo considerado um “astronauta morto“. 
  • Aqueles que chegarem ao fim receberão cerca de 70 mil euros. 
  • Já outra iniciativa parecida, realizada entre 1999 e 2000, acabou em sangue, depois de dois russos se terem envolvido em confrontos e uma mulher canadiana se ter queixado de ter sido beijada à força por um capitão da Rússia. Para evitar a repetição de cenas semelhantes, os organizadores da nova “viagem” a Marte decidiram não incluir mulheres no grupo. 
  • A comida e a água vão ser as mesmas colocadas no primeiro dia. A água vai ser reaproveitada fazendo com que a urina passe por processos para se transformar em água pura novamente e vão ter que durar até o projeto acabar.


Vídeos



Leia Mais e Fonte de Pesquisa

O homem na Lua

Olá! Este pequeno artigo, que tem o objetivo de divulgação astronômica, foi escrito por Paulo Fontanezi (com a revisão de Walisson H. C.) fala sobre o homem na Lua.

 Pousar na Lua. Era considerado loucura e/ou bruxaria na Idade Média. Que bom que os tempos mudaram! Com o avanço da tecnologia, muitos mitos caíram.

O que era coisa de "outro mundo" - literalmente - aconteceu há 40 anos atrás, quando o homem realizava uma das suas maiores façanhas - ele pousava na Lua.

O feito foi concebido numa época onde havia uma grande disputa entre: os capitalistas (Encabeçados pelo EUA) e socialistas (Encabeçados pela URSS - atual Rússia).

Para provar a superioridade de seu sistema, tanto capitalistas como socialistas investiram pesado em tecnologia. Este investimento é conhecido como corrida espacial, onde cada bloco tinha como objetivo colocar um objeto e um ser vivo em órbita antes do que o outro.

A URSS foi a primeira a colocar um objeto em órbita - o satélite artificial Sputnik - que tinha como objetivo estudar possíveis lançamentos de cargas úteis ao espaço. Logo em seguida vendo que realmente havia um método para tal façanha, a URSS colocou o primeiro ser vivo em órbita, a Cadela Laika. Não demorou muito para que o primeiro ser humano fosse ao espaço: Yuri Gagarin na missão Vostok 1, sendo que este disse a famosa frase: "A terra é azul".

Enquanto isso, os americanos também foram ao espaço - entre 1948 e 1957 -  com os primatas Albert, Albert II, Albert III, Albert IV (também chamado Yorick) e Albert V, que morreram durante suas missões poucas horas depois de regressar à Terra. Com humanos também: Alan Shepard - segundo homem e primeiro norte-americano a ir ao espaço - num vôo suborbital em 1961.

Ocorridos tais fatos, os E.U.A  - para conseguir superar o programa espacial Russo - propôs uma das maiores façanhas da humanidade que era uma viagem  à Lua em segurança.

Tal façanha foi proposta pelo então presidente na época Jonh. F. Kennedy com a famosa frase:
"Nós decidimos ir a Lua. Decidimos ir a Lua nesta década, não porque isso é fácil, mas porque é difícil”;

Este projeto ficou conhecido como Apollo.

O conjunto de missões espaciais [do programa] eram coordenadas pela Nasa (agência espacial dos EUA) entre 1961 e 1972. O sucesso do projeto veio com o pouso da Apollo 11 no solo lunar em 20 de julho de 1969, com o pouso do primeiro homem na lua. A tripulação era constituída por Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins. No dia 26 de julho de 1969 após 102 horas do lançamento da cabo Canaveral, Neil Armstrong colocava seus pés em solo lunar e dizia uma das frases mais famosas da historia:

"Este é um pequeno passo para o homem, mas um enorme salto para a humanidade".
(Neil Armstrong)

A decadência do projeto aconteceu em 1972 com o ultimo vôo realizado (Apollo 17). As principais causas do cancelamento das ultimas missões foram falta de verbas, cortadas pelo congresso americano, quanto o desinteresse da opinião pública americana com o projeto.



Caso você queira saber mais, assita o documentário abaixo, do The History Channel:
Agradecemos imensamente a disponibilização dos vídeos pelo canal direstraits25


A propósito, confira "Grandes missões da NASA", disponível no Astronomia Brasil, nosso parceiro. Clique aqui e confira.



Leia mais

http://www.snopes.com/quotes/onesmall.asp
Artigo que conta, em detalhes, como Neil Armstrong disse a sua famosa frase e os seus signficados.

http://www.jfklibrary.org/Historical+Resources/Archives/Reference+Desk/Speeches/JFK/Urgent+National+Needs+Page+4.htm
Discurso do presidente Kennedy, (praticamente) completo.

http://www.space.com/news/laika_anniversary_991103.html
A história da cadela Laika.

  • Créditos:
  • Data: 
  • 16/05/10
  • Autor:
  • Paulo Fontanezi
  • Apoio e revisão:
  • Walisson H. C.

Cratera Herschel em Mimas, lua de Saturno


Por que essa cratera gigante em Mimas tem uma coloração estranha? Mimas uma das menores luas de Saturno, possui a cratera Herschel, uma das maiores crateras de impacto em todo o sistema solar. A sonda Cassini atualmente orbitando o planeta Saturno fez essa imagem aqui reproduzida da cratera Herschel com um detalhe nunca antes observado enquanto passava a 10000 quilômetros de distância deste mundo gelado a um pouco mais de um mês atrás. Mostrada com um contraste em destaque em cores falsas, a imagem acima inclui a informação de cor das antigas imagens do satélite Mimas, que junto com as novas imagens mostram que a paisagem da cratera Herschel possui uma coloração um pouco diferente do resto do terreno ao redor. A diferença em cores do terreno poderiam ainda indicar diferenças na composição da violenta história de Mimas. Um impacto em Mimas muito maior do que o que criou a cratera Herschel de 130 quilômetros poderia destruir completamente o satélite.

Herschel revela o lado oculto da formação estelar

A bolha galática RCW 120. Crédito: ESA/PACS/SPIRE/HOBYS Consortia.
Clique para ampliar.
"Estrelas massivas são raras e de curta duração. A captura de uma durante a formação é uma  uma oportunidade de ouro para resolver um paradoxo de longa data na astronomia. "

Os primeiros resultados científicos do observatório de infravermelho espacial - Herschel - estão revelando detalhes antes escondidos da formação estelar. Novas imagens mostram milhares de galáxias distantes produzindo - de forma furiosa - estrelas. Além disso, belas regiões de formação estelar envoltas em toda a nossa Via Láctea também foram retratadas. Uma imagem ainda apanha uma estrela "impossível" no ato de formação.

Apresentados hoje durante um simpósio científico realizado na Agência Espacial Europeia, na Holanda, os resultados desafiam as velhas idéias de nascimento estelar, e abrem novos caminhos para pesquisas futuras. A missão é coordenada pela Agência Espacial Europeia, com importante participação da NASA.

"Usar o Herschel é ver uma parte do cosmos - que tem sido escura e enterrada há muito tempo - com outros olhos", disse o cientista da missão do projeto NASA, Paul Goldsmith, no Laboratório de Propulsão à Jato da NASA, Pasadena, Califórnia.

A observação do Herschel da nuvem de formação estelar RCW 120 revelou uma estrela embrionária, que parece pronta para se transformar em uma das maiores e mais brilhantes estrelas da nossa galáxia nos próximos cem mil anos. Ela já contém de oito a 10 vezes a massa do sol e ainda é cercada por um adicional de 2.000 massas solares de gás e poeira a partir da qual se pode alimentar ainda mais.

"Esta estrela só pode crescer mais", diz Annie Zavagno, do Laboratoire d'Astrofísica de Marseille, na França. Estrelas massivas são raras e de curta duração. A captura de uma durante a formação é uma uma oportunidade de ouro para resolver um paradoxo de longa data na astronomia. "Segundo a nossa compreensão atual, você não deve ser capaz de formar estrelas maiores do que oito massas solares", diz Zavagno.

Isto porque a luz emitida por essas grandes e ferozes estrelas deveriam soprar as nuvens de seu nascimento, antes de que mais massa pudesse ser absorvida. Mas de alguma maneira elas fazem. Muitas dessas estrelas "impossíveis" já são conhecidas, algumas com até 150 massas solares, mas agora que Herschel encontrou uma perto do começo de sua vida, os astrônomos podem usar os dados para investigar como ela está desafiando suas teorias.


  • Créditos:
  • Data: 
  • 06/05/10

O Universo do Hubble em 3D


Experimente uma divertida viagem através da Nebulosa de Orion, uma grande fábrica  de estrelas que está distante 1.500 anos-luz de nós. Passe por canyons gigantes de gás e poeira. Voe por entre estrelas gigantes cuja luz brilhante ilumina e energiza toda a região. Confira discos empoeirados e quentes, que provavelmente formarão novos sistemas solares.

Esta jornada espacial não é o vídeo mais recente, mas uma de várias animações inovadoras da astronomia  criada por especialistas do Space Telescope Science Institute (STScI), em Baltimore, o centro de operações científicas para o Telescópio Espacial Hubble. A odisseia faz parte do novo filme do Imax - chamado "Hubble 3D", que estréia hoje em cinemas IMAX em todo o mundo.

Os 43 minutos de filme narram a vida de 20 anos do Hubble, e inclui destaques da missão de Maio de 2009 para o observatório que orbita a Terra, com imagens tiradas pelos astronautas.

Confira o trailer:


As "telonas" irão exibir algumas das mais magníficas imagens do Hubble, como os "Pilares da Criação, da Nebulosa da Águia", bem como vistas magníficas tomadas pelo recém-instalado Wide Field Camera 3.

Enquanto imagens do Hubble de objetos celestes são inspiradores, são "enjoativas" as fotografias 2-D. Para este filme, as imagens 2-D foram convertidas em ambientes 3-D, dando ao público a impressão de que eles são viajantes do espaço, tendo um dos alvos turísticos mais populares do Hubble.

"Um filme de grande formato é uma experiência verdadeiramente profunda", diz Frank Summers, um astrônomo do STScI e especialista em visualização científica que liderou a equipe que desenvolveu a visualização do filme. A equipe trabalhou durante nove meses, trabalhando em quatro seqüências de visualização que compreendem cerca de 12 minutos do filme.

"Vendo estas imagens do Hubble em 3-D, você sente que está voando através do espaço e não apenas olhando para cartões postais", Summers continuou. "O 3D é baseado em imagens do Hubble e de dados, embora algumas "habilidades" artísticas são necessárias para produzir toda a profundidade 3D."

A seqüência mais ambiciosa é uma viagem de quatro minutos por meio dos gases da Nebulosa de Orion e de um enorme canyon de poeira, cerca de 15 anos-luz de diâmetro. Durante o passeio, os telespectadores vão ver as nuvens gasosas claras e escuras; milhares de estrelas, incluindo um agrupamento de estrelas luminosas e robustas, chamado de trapézio e sistemas planetários embrionários. O passeio termina com um olhar detalhado em um novo disco circumstellar, que é muito parecido com a estrutura a partir do qual nosso sistema solar se formou há 4,5 bilhões de anos atrás.

Com base em uma imagem do Hubble de Orion lançado em 2006, a visualização foi um esforço de colaboração entre especialistas em visualização científica no STScI, incluindo Greg Bacon, que esculpiu a Nebulosa de Orion no modelo digital, com entrada de astrônomo Massimo Roberto; o National Center for Supercomputing Applications na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, e o Centro de Ciência Spitzer no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena também ajudaram.

Para algumas das seqüências, os especialistas do STScI desenvolveram novas técnicas para transformar as imagens 2-D do Hubble em 3-D. Os especialistas em processamento de imagem Lisa Frattare e Zolt Levay, por exemplo,  utilizaram métodos dividir um pilar gigante gasoso na Nebulosa Carina em múltiplas camadas para produzir um efeito 3-D, dando a profundidade da estrutura. A Nebulosa Carina é um berçário de estrelas.

O filme da seqüência final, que possui quatro minutos, leva os espectadores a uma viagem da nossa Via Láctea para outras galáxias e para o espaço profundo, utilizando incríveis fotos do Hubble. Cerca de 15.000 galáxias mais distantes de nós - que estão a bilhões de anos-luz - também foram incluídas na seqüência de 3-D. A visão se dissolve em uma teia de aranha que traça a estrutura do universo em grande escala, a espinha dorsal da onde as galáxias nasceram.

Além de criar animações, o grupo STScI também forneceu orientações sobre o "Hubble 3D": o Guia do Educador, que inclui planos de aula e atividades sobre o Hubble e sua missão. Os alunos irão utilizar o guia, antes ou depois de ver o filme.

"O guia irá melhorar a experiência do cinema para os alunos e ampliar o filme em salas de aula", disse Bonnie Eisenhamer, Hubble STScI formal de gerente de Educação.


 Telescópio Espacial Hubble é um projeto de cooperação internacional entre a NASA ea Agência Espacial Europeia (ESA) e é gerido pela NASA Goddard Space Flight Center (GSFC) em Greenbelt, Md. The Space Telescope Science Institute (STScI) conduz operações científicas do Hubble. O instituto é operado para a NASA pela associação das Universidades para Pesquisa em Astronomia, Inc., Washington, DC.



  • Créditos:
  • Data: 
  • 24/03/10
  • Imagens:
  • NASA

A exposição a raios UV aumentaram ao longo dos últimos 30 anos, mas estabilizaram desde meados de 1990

Cientistas da NASA analisaram 30 anos de dados de satélites e constataram que a quantidade de radiação ultravioleta (UV) que atinge a superfície da Terra aumentou acentuadamente nas últimas três décadas. A maior parte do aumento ocorreu em latitudes médias e altas, havendo pouco ou nenhum aumento em regiões tropicais.

A nova análise mostra, por exemplo, que em uma linha da latitude de 32,5 graus - que passa pelo Uruguai no hemisfério sul, os níveis de UV de 305 nanômetros subiram cerca de 6 por cento em média, desde 1979.

A radiação ultravioleta pode danificar e distorcer a estrutura do DNA. Crédito: NASA's Earth Observatory / David Herring. Clique para ver a imagem em tamanho original.

O principal culpado: redução dos níveis de ozônio estratosférico, um gás incolor que age como protetor solar natural da Terra protegendo a superfície contra a tão prejudicial radiação ultravioleta.

O achado reforça as observações anteriores que mostram que os níveis de UV estão se estabilizando depois que os países assinaram um tratado internacional que limita as emissões de gases que empobrecem a camada de ozônio em 1987. O estudo também mostra que o aumento da nebulosidade no hemisfério sul durante o período de 30 anos tem retido UV.

Jay Herman, um cientista do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, organizou e agrupou dados de vários satélites de observação da Terra - incluindo satélites Aura da NASA, satélites meteorológicos NOAA e satélites comerciais - para tirar suas conclusões. Os resultados foram publicados no Journal of Geophysical Research (Jornal de Pesquisa Geofísica) em fevereiro.

"No geral, nós ainda não estamos onde gostaríamos de estar com o ozônio, mas estamos no caminho certo", disse Jay Herman. "Nós ainda vemos um aumento da radiação UV em uma escala temporal de 30 anos, mas isso é moderado, poderia ter sido pior e parece ter sido estabilizado."

No Equador e nos Trópicos, o aumento foi mínimo, mas em latitudes médias do hemisfério sul isso tem sido mais evidente. Durante o verão, por exemplo, os raios UV aumentaram mais de 20 por cento na Patagônia e nas porções do sul da América do Sul. Ele subiu quase 10 por cento em Buenos Aires, uma cidade que está tão longe do equador como Little Rock, Arkansas, em Washington, DC - 35 graus (latitude) norte - o UV aumentou cerca de 9 por cento desde 1979 nesta latitude.

O hemisfério sul tende a ter mais exposição aos raios UV por causa do buraco de ozônio, uma diminuição sazonal da camada de ozônio centrada no pólo sul. Há também menos partículas de poluição do ar - que ajudam a bloquear UV - devido ao número - relativamente ao hemisfério norte - pequeno de pessoas que vivem por aqui.

Apesar dos aumentos globais, há sinais claros de que os níveis de radiação ultravioleta estão à beira de cair. A análise de Herman, que está de acordo com uma publicação do World Meteorological Report nos últimos anos, mostra que a diminuição da camada de ozônio e do correspondente aumento na irradiação UV nivelou-se em meados dos anos noventa.


Os muitos lados da radiação

Curtos comprimentos de onda da luz ultravioleta contêm mais energia do que as porções infravermelha ou visível da luz solar que chega à superfície da Terra. Devido a isso, os fótons UV pode quebrar ligações químicas na atmosfera e provocar complexos efeitos na saúde.

Comprimentos de onda maiores (320-400 nanômetros) - chamados de UV-A - causam queimaduras e catarata. No entanto, os raios UV-A também pode melhorar a saúde, incentivando a produção de vitamina D, substância que é fundamental para a absorção de cálcio nos ossos e que ajuda a evitar uma variedade de doenças crônicas.

UV-B, que tem comprimento de onda ligeiramente mais curto (320-290 nanômetros), pode danificar seriamente (enrolando e distorcendo) a estrutura do DNA: causando uma série de problemas de saúde, como câncer de pele e doenças que afetam o sistema imunitário.

Como parte de seu estudo, Herman desenvolveu uma técnica matemática para quantificar o impacto biológico da exposição aos raios UV. Ele examinou e calculou como alteração dos níveis de ozônio e irradiação ultravioleta afetam a vida. Para Greenbelt, por exemplo, ele calculou que um aumento de 7 por cento em UV resultou em aumentos de 4,4 por cento nos danos à pele, 4,8 por cento em danos ao DNA, 5 por cento na produção da vitamina D e menos de um por cento de aumento no crescimento das plantas.

"Se você vai à praia nos dias de hoje, você tem em um risco ligeiramente maior de desenvolver câncer de pele (sem proteção)," Herman disse que, apesar disso, o risco seria ainda maior na ausência de um acordo sobre substâncias que empobrecem a camada de ozônio.

No ano passado, um dos colegas de Herman, Paul Newman, publicou um estudo mostrando que, se não houvessem tratados internacionais regulamentando a emissão de poluentes - provavelmente, em 2065 - o buraco no ozônio provavelmente teria se tornado gigantesco e a exposição aos raios UV aumentaria para 650 por cento.

Nuvens e a "blindagem" hemisférica

Além de analisar as tendências de ozônio e ultravioleta, Herman também usou dados de satélite para verificar se as mudanças na nebulosidade têm afetado as tendências de exposição ao UV. Para sua surpresa, descobriu que a nebulosidade aumentou no hemisfério sul produzido um efeito de blindagem contra os raios UV, produzindo um aumento da protecção em relação ao ano anterior.

Nas latitudes mais elevadas, especialmente, ele detectou uma ligeira redução - de 2 a 4 por cento - no montante de UV que passa através da atmosfera e que atinge a superfície; efeito provacado pelas nuvens. "Não é uma quantidade grande, mas é intrigante", disse Herman. "Nós não temos certeza sobre o que está por trás disso ainda."

Vitali Fioletov, um cientista canadense e membro do grupo consultivo da World Meteorological Organization's sobre a radiação ultravioleta, concordou que as conclusões do inquérito Herman necessitam de uma investigação adicional, para provar algo a respeito dessa nebulosidade "misteriosa". "O mais interessante do estudo, na minha opinião, foram os efeitos das nuvens em escala global", disse ele. "Isso não é algo que você poderia ver sem satélites".
Clique para ver a imagem em tamanho original.
Os maiores aumentos no UV (mostrados em branco, vermelho, laranja e amarelo) que ocorreram no hemisfério sul durante abril, maio e junho. Nos trópicos, os aumentos no UV foram mínimas (em azul). UV de 305 nanômetros é um dos tipos mais prejudiciais para os seres humanos. Crédito: NASA Goddard Space Flight Center / Jay Herman

Clique para ver a imagem em tamanho original.
Nas latitudes altas do hemisfério sul, a exposição aos raios ultravioleta aumentaram em até um quarto. As latitudes baixas (isto é, mais próximas ao equador) aumentaram pouco, e as latitudes "médias" do hemisfério norte têm tido um aumento de cinco por cento.
Crédito: NASA Goddard Space Flight Center / Jay Herman


Este pequeno vídeo, produzido em 2008, descreve a situação do buraco do ozônio estratosférico. 
 Crédito: NASA / Goddard Space Flight Center

A radiação eletromagnética existe em uma gama de comprimentos de onda, que são delineadas em divisões principais para nossa conveniência. Ultravioleta-B, 290-320, representa a maior ameaça (na divisão dos raios UV) aos organismos vivos, embora represente apenas uma pequena porção do espectro.  
Crédito: NASA's Earth Observatory / Robert Simmon



  • Créditos:
  • Data: 
  • 09/03/10
  • Imagens:
  • NASA

LRO capta imagem da cratera Kopff

Missões da NASA fornecem vastas quantidades de dados para se preparar para futuras missões de exploração humana e aprender mais sobre o universo.

Objetivo da Missão: Mini-RF é um radar a bordo da sonda LRO. Enquanto orbita da Lua, emite pulsos de radar para a superfície lunar e "ouve" os ecos. A análise do sinal de retorno fornece informações sobre a irregularidade da superfície,  pedras enterradas e sobre as regiões polares lunares.

Descrição: Os dados recolhidos pelo Mini-RF vão ajudar os pesquisadores a saber mais sobre o processo de formação de crateras. A imagem acima mostra uma pequena cratera de impacto dentro do chão da cratera de 16 km de diâmetro, Kopff. As áreas brilhantes na imagem são ásperas e as escuras são relativamente planas. O radar mostra interferências da pequena cratera dentro e fora de Kopff que, curiosamente, não aparecem nos dados ópticos reunidos nesta região.

Prazo: LRO e Mini-RF vão orbitar a Lua para os próximos dois a três anos.

Aplicação: Uma melhor compreensão do processo de impacto vai ajudar a fornecer mais informações sobre como crateras moldaram os planetas terrestres.


  • Créditos:
  • Data: 
  • 09/03/10
  • Imagens:
  • NASA

    Porque "Júpiters Quentes" são tão inchados

    Uma torradeira elétrica do tamanho de um planeta poderia explicar porque alguns exoplanetas são tão grandes. Um fenômeno relacionado poderia ser responsável por manter sob controle os ventos que formam as listras de Júpiter.

    Mais de 150 planetas foram encontrados orbitando mais perto de suas estrelas do que Mercúrio está do sol. Muitos desses planetas, gigantes gasosos - que são conhecidos como "Júpiters quentes", pelo fato de terem temperaturas de 2000 ° C ou mais - têm uma massa semelhante a Júpiter, mas podem ter até seis vezes o seu volume.

    Algo deve estar o aquecendo-os para torná-los inchados desta maneira - mas o quê? Radiação da estrela hospedeira não pode ser a fonte, já que maioria é refletida para o espaço pelo gás presente na atmosfera.

    Efeitos de aquecimento gravitacional poderiam funcionar para planetas com órbitas alongadas. A constante mudança gravitacional da estrela hospedeira no planeta que a orbita poderia flexionar seu interior, possivelmente gerando calor o suficiente para provocar a expansão que vemos. Mas esse mecanismo não consegue explicar como alguns planetas com órbita circular - como o TrES-4, que é menos massivo do que Júpiter, mas 1,8 vezes mais "largo" - é tão grande.

    Konstantin Batygin e David Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena sugerem que a "misteriosa" energia poderia originar-se de um vento de partículas carregadas que circunda o planeta. A temperatura na atmosfera do "Júpiter quente" é alta o suficiente para bater um grande número de elétrons, como os átomos de sódio e potássio. Estes elétrons poderiam então ser "chicoteados" por ventos em torno do planeta e interagir com seu campo magnético, gerando uma corrente que pode se estender em profundidade no planeta, aquecendo o seu interior como o efeito de uma torradeira elétrica.

     

    "O poder de que você está depositando ali pode ser suficiente para inflacionar o planeta", diz Adam Burrows, da Universidade de Princeton.

    Burrows acrescenta que o modelo mais detalhado é necessário para determinar se as correntes geradas desta forma chegam longe o suficiente para que a inflação ocorra no planeta . "Essa energia pode "trabalhar" em alguns momentos, em alguns planetas."

    Se a teoria for confirmada, ela poderia "matar dois passáros com uma única pedra", diz Burrows, porque um mecanismo semelhante poderia desempenhar um papel fundamental na manutenção da velocidade do vento da atmosfera de Júpiter e Saturno. Estes ventos podem ser conduzidos pelas variações de temperatura entre as regiões que recebem diferentes quantidades de luz solar ou pela agitação gerada pelo calor do próprio planeta. Mas outro processo é necessário para manter os ventos que se deslocam a velocidades constantes.

    Mesmo que estes gigantes de gás liberem elétrons da mesma forma como nos Júpiters quentes, o calor mais profundo dentro do planeta pode retirar elétrons de hidrogênio e de outros elementos. A interação desses elétrons, com campo magnético de um planeta, como Batygin propôs para exoplanetas, poderão criar uma contra-força que ajuda a conter os ventos.

    O teléscopio espacial James Webb da NASA, que será lançado em 2014, poderia ajudar a refinar o modelo, limitando a velocidade dos ventos nos exoplanetas inchados.

    • Créditos:
    • Data: 
    • 08/03/10
    • Imagens:
    • No topo: Ignacio González Tapia/NASA
    • Diagrama: New Scientist

    As Muitas Cores do Nascimento de uma Estrela

    Uma nova imagem feita pelo Gemini North Telescope ilustra bem a dinâmica e às vezes a violência dos processos de nascimento de estrelas. Essa imagem também demonstra a capacidade dos novos filtros disponíveis para os pesquisadores usando o Gemini Multi-Object Spectrograph (GMOS).

    Conhecida como Sharpless 2-106 (Sh2-106), uma nebulosa em forma de ampulheta observada na imagem é um berçário estelar feito de gás incandescente e luz dispersada pela poeira. O material recobre uma estrela natal de grande massa que acredita-se seja a responsável pela forma de ampulheta da nebulosa devido aos ventos de alta velocidade, mais de 200Km/s que ejetam material das profundezas da região de formação de estrelas. Pesquisas também indicam que muitos objetos sub-estelares estão se formando dentro da nuvem e podem algum dia resultar num aglomerado de 50 a 150 estrelas na região.

    A nebulosa está localizada a 2000 anos-luz de distância da Terra na direção da constelação de Cisne (Cygnus). Suas dimensões físicas são de 2 anos-luz de comprimento por 0.5 ano-luz de largura. A estrela central pode ter mais de 15 vezes a massa do Sol. A formação da estrela começou a aproximadamente 100000 anos atrás e eventualmente sua luz irá se libertar da nuvem que a recobre a medida que se inicia a sua relativa curta vida de estrela massiva.

    Os novos filtros fornecem valorosas idéias, pois transmitem em cores específicas da luz visível emitidas pelo hidrogênio excitado, hélio, oxigênio e o enxofre a medida que a radiação da estrela jovem quente energiza a nuvem de gás e poeira. Os filtros são também usados para estudos de nebulosas planetárias e de gás excitado em outras galáxias.

    Para compor essa imagem quatro cores foram combinadas: violeta – filtro para o hélio II; azul – filtro para o enxofre II; verde – filtro para o oxigênio III e vermelho – filtro para o hidrogênio –alfa. Cada filtro foi integrado somando um total de 900 segundos.

    A imagem foi obtida usando o Multi-Object Spectrograph do Gemini no Gemini North Telescope. O mesmo conjunto de instrumentos é disponível no Gemini South Telescope no Chile.



    Créditos: 
    • Data:
    • 08/03/10
    • Imagens: 
    • Gemini Observatory/AURA

    Herschel Encontra Possíveis Moléculas Formadoras de Vida

    O Observatório Espacial Herschel revelou impressões químicas de moléculas orgânicas que potencialmente podem permitir que a vida se forme na Nebulosa de Orion, um berçário estelar próximo da Via Láctea.

    Os novos dados obtidos com o instrumento heteródino (1) do telescópio para o infravermelho distante – um dos três instrumentos inovadores a bordo do Herschel – demonstrou a mina de ouro de informação que o telescópio pode fornecer em como moléculas orgânicas se formam no espaço.

    A Nebulosa de Orion é conhecida por ser uma das fábricas químicas mais prolíficas no espaço, embora a complete extensão dessa química e a passagem para a formação e moléculas não sejam bem entendidas. Analisando com cuidado os padrões dos picos nos novos dados, chamado de espectro, os astrônomos identificaram moléculas comuns que são precursoras das moléculas responsáveis pela vida, incluindo, água, monóxido de carbono, metanol, óxido de enxofre, dióxido de enxofre, formaldeído, cianeto de hidrogênio, éter dimetil, entre outros.

    (1) Instrumento esse que usa uma técnica de detecção de ondas de rádio que envolve a combinação de medidas em diferentes freqüências com o objetivo de produzir uma freqüência igual à quantidade e a diferença entre os dois sinais originais, utiliza o princípio da interferência.
     


    Créditos: 
    • Data:
    • 04/03/10
    • Imagem: 
    • ESA/NASA/JPL-Caltech

    Ventos de Buracos Negros podem Moldar a Forma das Galáxias

    Novas observações feitas com o Observatório de Raios-X Chandra da NASA fornecem evidências para existência de poderosos ventos soprando a partir da vizinhança de buracos negros supermassivos em galáxia próxima. Essa descoberta indica que buracos negros supermassivos “médios” podem ter um papel importante na evolução da galáxia em que eles residem.

    Por anos, os astrônomos sabem que buracos negros super massivos crescem em paralelo com a sua galáxia hospedeira. E por muito tempo suspeitava-se que o material ejetado do buraco negro – de maneira oposta ao material que é sugado por ele – altera a evolução dessa galáxia.

    Uma questão chave é se essa “explosão” do buraco negro normalmente ejeta força suficiente para ter um impacto significante. Jatos relativísticos poderosos são emitidos pelos maiores buracos negros em grandes galáxias centrais de aglomerados como em Perseu e são responsáveis por moldar as galáxias hospedeiras, mas eles são raros. O que dizer sobre os menos poderosos, em galáxias menores que devem ser mais comuns no universo?

    “Nós estamos mais interessados aqui em observer o que um buraco negro super massivo de tamanho médio pode fazer com uma galáxia, e não o que os grandes buracos negros podem fazer com as maiores galáxias”, diz Dan Evans, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, que apresentou esses resultados no encontro da Sociedade Astronômica Americana na Divisão de Astrofísica de Alta Energia, em Kona, Havaí.

    Evans e seus colegas usaram o Chandra por cinco dias para observar a NGC 1068, uma das galáxias mais próxima e mais brilhante que possui um buraco negro super massivo em rápido crescimento. Esse buraco negro é somente duas vezes mais massivo que o buraco negro encontrado no centro da Via Láctea, o qual é considerado de tamanho ordinário.

    As imagens de raios-X e o espectro obtido usando o High Energy Transmission Grating Spectrometer do Chandra mostrou que um forte vento está sendo dirigido para fora do centro da NGC 1068 em uma taxa de um milhão de milhas por hora. Esse vento é gerado a medida que o gás ao redor é acelerado e aquecido em direção ao buraco negro. Uma porção desse gás é puxada para dentro do buraco negro, mas uma parte é ejetada para for a. Raios-X de alta energia produzidos pelo gás próximo ao buraco negro aquece o gás que é ejetado causando seu brilho em raios-X de menor energia.

    Esse estudo feito por Evans e seus colegas representa a primeira observação de raios-X que é profunda o suficiente para fazer um mapa de alta qualidade do volume em forma de cone que é iluminado pelo buraco negro e seus ventos. Combinando medidas da velocidade das nuvens com a estimativa da densidade do gás, Evans e seus colegas mostraram que a cada ano uma quantidade de algumas vezes a massa do Sol está sendo depositada em grandes distâncias, aproximadamente 3000 anos-luz de distância do buraco negro. O vento pode carregar energia suficiente para aquecer o gás ao redor e anular a formação de estrelas extras, moldando assim a forma da galáxia.

    “Nós mostramos que mesmo esses buracos negros médios podem ter força suficiente”, disse Evans. “Eu penso que a conclusão é que esses buracos negros não são mais do que ordinários”.

    Além disso estudos de outras galáxias próximas irão examiner o impacto de outros fluxos de AGN (núcleos ativos de galáxias) melhorando o nosso entendimento da evolução tanto das galáxias como dos buracos negros.

    “No futuro, o buraco negro da Via Láctea pode ter uma atividade similar, ajudando a barrar o crescimento de novas estrelas na região central da nossa galáxia”, disse Evans.


    Créditos: 
    • Data:
    • 03/03/10
    • Imagens: 
    • X-ray (NASA/CXC/ MIT/C.Canizares, D.Evans et al), Optical (NASA/STScI), Radio (NSF/ NRAO/VLA)

    Viagem pela Via Láctea

    Possível apenas com a ajuda da imaginação e dos instrumentos científicos, essa aventura leva às maiores ou às mais velhas estrelas do universo; às vastas nuvens de gás e poeira onde os astros são gestados; e talvez a um buraco negro gigante no coração da galáxia.

    Nas noites limpas de agosto, por volta dos 8 horas, bem no alto do céu estende-se a inconfundível fieira de estrelas que os antigos batizaram de Escorpião.

    Distinguem-se as pinças, o corpo esticado para leste, adornado por Antares, vermelha como um rubi, e a cauda tipicamente enrodilhada sobre o corpo. Logo acima dela, onde nenhum astro se destaca, o aparente vazio do espaço esconde uma formidável esfera de estrelas que mudaria o céu da Terra de maneira espetacular, pois, rivalizaria em brilho com a Lua cheia. Isso só não acontece, paradoxalmente, porque tal esfera é o próprio coração da Via Láctea , galáxia em que giram o Sol e outros 100 bilhões de estrelas. Assim, grandes nuvens de poeira e gás interestelares se concentram na direção do centro e extinguem por completo sua luz visível.

    Mas se um viajante deixasse a periferia galáctica onde fica o Sol e tomasse o rumo de Escorpião, veria o espaço tornar-se cada vez mais transparente e afinal discerniria a brilhante esfera central, onde as estrelas são milhares de vezes mais numerosas que na plácida vizinhança solar. Viajar até lá, portanto, seria submergir num espesso oceano de luz não visível, como os letais raios ultravioleta e raios X. Além disso, em vista do elevado número de astros, seriam bem mais freqüentes as grandes explosões estelares, chamadas novas ou supernovas. Isso significa maior possibilidade de um encontro com resíduos gasosos das explosões, alguns dos quais tóxicos.

    Sem dúvida, seria um roteiro de fazer inveja aos poetas românticos do século passado, sempre sequiosos por paisagens remotas e exóticas. Mesmo porque um motivo espetacular para o avanço recente das pesquisas sobre o centro da Via Láctea é que lá talvez se abrigue um monstro cósmico da categoria dos buracos negros. Um corpo tão denso que poderia, por si só, reunir a massa de um milhão de estrelas num volume não muito maior que o Sol. Daí o caos entrevisto nessa região, onde nuvens de gás desmoronam rumo ao centro ou são expelidas em alta velocidade. É como descrevem os astrônomos Rolf Güsten, alemão, e Pierre Cax, francês, para os quais é preciso mais do que nunca testar hipótese do buraco negro gigante, um verdadeiro poço de gravidade no qual toda a Galáxia poderia desaparecer.

    Catástrofes à parte, a maior atração da viagem são a própria Galáxia e seus incríveis habitantes. Os maiores de todos são as nuvens gigantes de gás e poeira, geralmente alimentadas por estrelas gigantes, muito violentas, capazes de emitir tal quantidade de luz que acabam de destroçar a própria superfície. Para ver de perto um espetáculo como esse, vale a pena incluir no roteiro uma rápida passagem pelo Eta Carina, situada a cerca de 9.000 anos-luz da Terra (um ano-luz vale quase 10 trilhões de quilômetros). Trata-se da mais violenta estrela conhecida, pois, com massa quase cem vezes maior que a do Sol, emite quatro milhões de vezes mais de luz. Embora portentosa, não é uma visão tranqüila, pois observações recentes e a curiosa história dessa estrela sugerem que ela deve se extinguir em supernova a qualquer momento.

    Fotos do telescópio especial Hubble, há poucos meses, mostraram que o gás e a poeira em torno do Eta Carina têm a forma de uma casca de amendoim. É possível que essa nébula tenha sido ejetada há mais de 200 anos mais precisamente, em 1843, quando a estrela se tornou temporariamente a segunda mais brilhante do céu. Pode ter sido uma primeira explosão, insuficiente ainda para destruí-la, e uma advertência do alto grau de instabilidade desse astro. O Hubble também revelou que, sob a nébula, partem de Eta Carina dois jatos de matéria em direções opostas, um dos quais se espalha a partir de certo ponto, como se encontrasse um obstáculo; possivelmente, essa barreira é apenas o conteúdo normal de gás e poeira existente em maior ou menos proporção, em todo o espaço interestelar.

    Na realidade, estrelas e matéria livre são dois lados de um jogo de vida e morte, cujas regras estão ligadas a evolução da Galáxia, que nem sempre teve a forma atual. Sua estrutura mais evidente é a forma plana e mais ou menos circular, como um disco de vitrola. Até 90% de suas estrelas estão dispostas nesse disco de maneira muito peculiar, já que a rotação gera grandes engarrafamentos de trânsito ou seja, as estrelas encalham em certas áreas do disco como os carros, em pontos críticos das vias urbanas.

    O resultado são os quatro braços da Via Láctea, ou quatro congestionamentos gigantes, Aí, a matéria livre se adensa e se precipita sobre si mesma, dando à luz novas fornadas de estrelas jovens. Então, depois de queimar por algum tempo, as estrelas morrem explodem e devolvem a matéria-prima interestelar ao local de origem, as vastas planícies galácticas. Esse processo é mais ativo nas grandes nuvens de gás e poeira, explica o astrofísico brasileiro Roberto Ortiz, atualmente empenhado em aprontar o mais completo mapeamento já feito da Via Láctea. Ortiz estima que uma nuvem típica tem 100 000 massa solares e produz estrelas com eficiência de 15%. Essa é a parcela da massa total da nuvem que acaba convertida em estrelas. A curiosa gestação estelar ocorre nos casulos, termo informal, mas muito apropriado, para designar as regiões mais densas do gás e da poeira. O mais interessante, porém, é que o material queimado no interior das estrelas não volta ao disco exatamente como era antes, de modo que há uma continua evolução química na Galáxia. O homem, certamente, representa uma etapa avançada dessa evolução , já que alguns dos átomos essenciais à sua existência, como ferro, são construídos apenas durante supernovas. As explosões jogam para o espaço as camadas externas das estrelas, mas também comprimem seu cerne e aceleram as reações nucleares responsáveis pela produção de novos átomos.

    Átomos mais leves, como o carbono e o oxigênio, são criados ao longo da vida normal da estrela, quando o peso das camadas externas fornece a pressão necessária às reações. Esses fatos são cruciais para uma nova e inteligente disciplina, a arqueologia galáctica, ou a busca das estrelas mais velhas da Via Láctea. Tais matusaléns se encontraram, antes de mais nada, nos aglomerados globulares incríveis concentrações de até 20000 estrelas bem próximas entre si. Um exemplo dessas autênticas jóias é Ômega do Centauro, a 16000 anos luz da Terra, mas bem acima do disco galáctico. Trata-se de uma posição especial, que denuncia um momento-chave na infância da Galáxia quando ela não teria ainda a forma de disco, e sim de uma grande esfera de matéria. As estrelas desse período nascidas em bloco, em aglomerados globulares têm por volta de 10 bilhões de anos e alto conteúdo de hidrogênio e hélio, os átomos mais antigos e mais abundantes, criados durante a nascimento do Universo. Também têm baixo conteúdo de metais (qualquer elemento além de hidrogênio e hélio, no jargão dos astrofísicos). O período esférico no entanto, foi breve: a Via Láctea rapidamente se ajustou à forma mais estável de um disco plano, onde a maior parte das estrelas existentes se desenvolveram. Nesse processo, as estrelas de grande massa tiveram papel decisivo, pois têm vida muito curta, da ordem de algumas centenas de milhões de anos, contra 10 bilhões de anos, no caso do Sol.

    Assim eles alimentam rapidamente o meio intersetar, fornecendo matéria-prima para estrelas e planetas mais jovens e de composição química cada vez mais rica. Mesmo porque, depois de ejetados para o espaço, os átomos ligam-se uns aos outros na forma de moléculas de complexidade crescente. Nesse monumental cenário da vida cósmica, o tempo é um fator crucial, como mostram cálculos simples sobre a perspectiva de o homem, algum dia, visitar regiões distantes do sistema solar.À velocidade máxima das naves espaciais disponíveis são de 100 000 quilômetros por hora e uma viagem até a estrela mais próxima, a Alfa de Centauro, demoraria por volta de 45 000 anos. Isso é quatro vezes e meia mais que o tempo de existência da própria civilização humana.

    O que dizer, então, de uma aventura às bordas do buraco negro que se suspeita existir no centro da Galáxia mais de 5 000 vezes distante que Alfa do Centauro? A conclusão mais simples e evidente é que o homem está condenado para sempre a contemplar a Via Láctea, sem nunca deixar o pequeno recanto em que surgiu. Talvez até WormHoles (buracos de minhoca) pudessem resolver o caso, mas isso não passa de especulação. Certamente, ainda não se podem considerar como reais as diversas alternativas sugeridas pelos escritores de ficção científica. Uma das mais plausíveis são as viagens-migrações nas quais, gigantescas naves transportariam colônias humanas inteiras, cujos membros viveriam e morreriam no espaço, até que seus descendentes aportassem ao destino. Mas também não é impossível que viagens desse gênero se tornem, afinal, um ambicionado passaporte da humanidade para as estrelas.



    Mas, deixando de lado a ciência, que tal sonhar e viajar em um metrô da imaginação? Foi isso o que Samuel Arbesman fez:





    Fonte: Lamentamos, mas não temos certeza a quem este artigo pertence. Por favor responsável, fale conosco, para assim colocarmos os devidos créditos. Acreditamos que possa ser de uma dessas fontes:

    Revista "Super Interessante"; Revista "PLANETA"; Revista "MUNDO ESTRANHO"; http://ciencia.hsw.uol.com.br, ou da Revista VEJA


    Glossário

    Para quem tem dúvidas ou fica sem entender nada quando aparecem palavras "difíceis", este é o lugar de entender do que estamos falando.

    A
    AMBIENTE
    Tudo o que rodeia alguma coisa.

    ANO LUZ
    Distancia que a luz pode viajar em um ano, a qual é 9.500.000.000.000 quilômetros.

    ASTERÓIDE
    Um objeto espacial rochoso que pode ter de poucos metros a centenas de quilômetros de diâmetro. A maioria dos asteróides no nosso sistema solar orbitam em um cinturão entre Marte e Júpiter.

    ASTRONAUTA
    Pessoa que viaja no espaço.

    ASTRÔNOMO
    Cientista que observa e estuda planetas, estrelas e galáxias.

    ATMOSFERA
    Todos os gases que envolvem uma estrela, como o nosso Sol, ou um planeta, como a Terra.

    ÁTOMO
    O menor bloco que forma todas as coisas.

    ATRAÇÃO GRAVITATIONAL
    Atração que um objeto tem por outro objeto devido à forca invisível da gravidade.

    AUSÊNCIA DE PESO
    A percepção de ter pouco ou nenhum peso; de não sentir os efeitos da gravidade.

    B
    BACTÉRIA
    Seres vivos que possuem uma só célula e são tão pequenos que só podem ser vistos com um microscópio.

    TEORIA DO BIG BANG
    Teoria que diz que o Universo começou com uma inflação, ou seja, expandindo-se cada vez mais a partir de um mínusculo ponto. (E ainda estamos vivendo isto, tanto que o universo não para de se expandir).


    BOJO
    Parte que aumenta ou destaca-se do resto.

    BURACO NEGRO
    Objeto invisível no espaço exterior, formado quando uma estrela massiva colapsa devido à sua própria gravidade. Um buraco negro possui atração gravitacional tão forte que nem mesmo a luz consegue escapar.

    C
    CARGA ÚTIL
    Carga levada pelo Ônibus Espacial.

    CARGO
    Instumentação e/ou satélite levado à bordo do Ônibus Espacial. 


    CELSIUS
    Escala métrica de temperatura na qual a água se congela à 0 graus e ferve à 100 graus.

    COLAPSO
    Cair ao chão ou cair aos pedaços.

    COLISÃO
    Um choque ou união forçada de dois ou mais objetos.

    COMBUSTÍVEL
    Algo que é queimado para liberar calor ou energia.

    COMETA
    Grande bola de gelo sujo e neve no espaço exterior.

    COSMONAUTA
    Astronauta da antiga União Soviética ou atualmente da Rússia.

    CRATERA
    Buraco causado por um objeto chocando-se contra a superfície de um planeta ou lua.

    D
    DETECTAR
    Descobrir alguma coisa que estava escondida ou não era conhecida.

    E
    EIXO
    Linha reta imaginária ao redor da qual um objeto gira.

    ELÍPTICA

    1. Da forma de um ovo que tem pontas iguais;
    2. Linha imaginária que representa o percurso do Sol no céu;
    ENERGIA
    O poder de realizar trabalho.

    ESPECTRÓGRAFO
    Instrumento utilizado para dispersar a radiação (como a radiação eletromagnética) em um espectro e então fotografá-lo ou mapeá-lo.

    ESPECTROSCÓPIO
    Instrumento que separa a luz branca de uma estrela em suas cores componentes.

    EXPANDIR
    Aumentar.

    F
    FLARE SOLAR
    Uma tempestade ou erupção de gases quentes no Sol.

    FRAGMENTO
    Pedaço quebrado de alguma coisa.

    FURACÃO
    Tempestade de vento muito, muito forte onde os ventos sopram em círculos à mais de 46 quilômetros por hora. Chuvas fortes freqüentemente acompanham os ventos.

    FUSÃO NUCLEAR
    Processo onde átomos são unidos e tremendas quantidades de energia são liberadas.

    G
    GALÁXIA
    Uma gigante coleção de gás, poeira, e milhões ou bilhões de estrelas.

    GÁS
    Forma de matéria que não é líquida ou sólida. Um gás tende a se expandir para preencher todo o espaço disponível a ele.

    GRAVIDADE
    Forca invisível entre objetos que faz com que os objetos mutuamente se atraiam.


    H


    I

     
    J
    JIPE LUNAR
    Veículo parecido com um carro, utilizado pelos astronautas da missão Apollo para explorar a superfície da Lua.




    M
    MANCHA SOLAR
    Área escura na superfície do Sol que é mais fria do que a área ao seu redor. Manchas solares são causadas por tempestades magnéticas no Sol.

    MASSA
    Quantidade de matéria em um objeto.

    MATÉRIA
    O que faz parte de todas as coisas.

    METEORO
    Objeto do espaço que se aquece e brilha quando passa pela atmosfera da Terra.

    METEORITO
    Pedaço de rocha ou metal do espaço que cai na superfície da Terra.

    METEORÓIDE
    Pedaço de rocha ou metal que viaja no espaço exterior.

    MITOLOGIA
    Estórias antigas que normalmente explicam como alguma coisa aconteceu.

    MÓDULO
    Parte de um conjunto que pode ser arranjado de maneiras diferentes.

    MÓDULO LUNAR
    Secção da espaçonave Apollo planejada para pousar na Lua.

    N
    NASA
    National Aeronautics and Space Administration, órgão do governo que se encarrega de todos os programas espaciais dos Estados Unidos.

    O
    ONDA DE RÁDIO
    Tipo de energia eletromagnética, cuja sua onda pode ter metros a km de diâmetro.


    ÓRBITA
    Caminho seguido por um objeto no espaço à medida em que ele move-se ao redor de outro objeto.


    ORBITAR: 

    Viajar ao redor de outro objeto em um caminho único.

    P
    PARTÍCULA
    Um pedaço muito, muito pequeno de matéria como um eléctron, próton ou nêutron, encontrado dentro de um átomo.

    PLANÍCIE
    Grande área de terras baixas.

    PÓLO
    O lugar em cada ponta de uma linha invisível chamada eixo. Planetas têm um pólo sul e um pólo norte.

    Q
    QUILÔMETRO
    1.000 metros.

    R
    RAIOS GAMA
    Forma invisível de energia que é liberada pelos átomos. (A onda eletromagnética mais "curta" e energética).

    RAIOS ULTRAVIOLETA
    Forma invisível de energia que pode ser prejudicial para os seres humanos. 


    RAIOS-X
    Forma invisível de energia que consegue passar através da maioria dos objetos sólidos, também é usada em exames médicos, para identificar possíveis fraturas.

    REENTRADA
    Retorno de uma espaçonave à atmosfera da Terra.

    REFLETIR
    Jogar de volta luz, calor ou som. 


    REUTILIZÁVEL
    Que pode ser utilizado novamente.

    S
    SATÉLITE
    Objeto que move-se ao redor de um objeto maior. Existem satélites naturais como luas e existem satélites fabricados pelo homem como o Hubble Space Telescope.

    SOLAR
    Que tem a ver com o Sol.

    SONDA ESPACIAL
    Espaçonave de pesquisa não tripulada enviada ao espaço.

    SUPERNOVA
    Explosão de uma estrela que faz com que a mesma brilhe milhões de vezes mais forte que o normal.

    T
    TELESCÓPIO
    Instrumento utilizado por astrônomos e observadores das estrelas para observar planetas e estrelas.

    U
    UNIVERSO
    Enorme espaço que contém toda a matéria e energia em existência.

    V
    VALE
    Grande área de terras baixas entre colinas ou montanhas.

    VEÍCULO
    Objeto utilizado para carregar pessoas e coisas sobre terra ou no espaço.

    VEÍCULO LUNAR
    Veículo parecido com um carro utilizado pelos astronautas da missão Apollo para exploração da superfície da Lua.

    VENTO SOLAR
    Corrente de partículas altamente carregadas fluíndo do Sol.

    VULCÃO
    Abertura na superfície de um planeta através da qual rocha quente e líquida é expelida. 


    W
    WOLF-RAYET
    Estrela muito luminosa, azul e muito quente.

    X

    Y

    Z






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